Brazilian Journal of Pain
https://brjp.org.br/article/doi/10.5935/2595-0118.20190013
Brazilian Journal of Pain
Review Article

Difficulties faced by nurses to use pain as the fifth vital sign and the mechanisms/actions adopted: an integrative review

Dificuldades enfrentadas pela enfermagem na aplicabilidade da dor como quinto sinal vital e os mecanismos/ações adotados: revisão integrativa

Allana Fernandes Valério; Karina da Silva Fernandes; Grazielle Miranda; Fábio de Souza Terra

Downloads: 0
Views: 213

Abstract

BACKGROUND AND OBJECTIVES: Pain was recognized as the fifth vital sign in 1996, and many nurses have difficulty in evaluating it. Since it is necessary to know the difficulties to use pain as a fifth vital sign, this study aims at acquiring a better knowledge about pain, assessment methods and strategies/actions to guarantee its control. The objective of this study was to identify and analyze, in the Brazilian and international literature, the difficulties faced by nurses to use pain as the fifth vital sign and the mechanisms/actions adopted.

CONTENTS: It is an integrative review in which the search for scientific articles was carried out in LILACS, BDENF, Scielo, Pubmed, Scopus and Web of Science databases, using the descriptors nursing, pain, and pain and vital signs management in Portuguese, English, and Spanish. The selection criteria were the period from 1995 to 2017 in the three languages mentioned. After searching and reading the articles, nine studies were included. Two categories were listed after reading the articles: 1) difficulties faced by nurses to use pain as a fifth vital sign and 2) mechanisms/actions adopted to minimize the difficulties faced by nurses to use pain as a fifth vital sign.

CONCLUSION: It was evidenced that it is important that nurses consider/assess pain as the fifth vital sign, therefore aiming at better care, which, consequently, will influence the quality of care provided, improving patient's health and quality of life.

Keywords

Nursing, Pain, Pain management, Vital signs

Resumo

JUSTIFICATIVA E OBJETIVOS: A dor foi reconhecida como quinto sinal vital em 1996 e muitos enfermeiros têm dificuldades em avaliá-la. Mediante a necessidade de conhecer as dificuldades na aplicabilidade da dor como quinto sinal vital, justifica-se este estudo com o intuito de conhecer a dor, os métodos para avaliação e as estratégias/ações para garantir seu controle. O objetivo deste estudo foi identificar e analisar, na literatura brasileira e internacional, as dificuldades enfrentadas pela enfermagem na aplicabilidade da dor como quinto sinal vital e os mecanismos/ações adotados.

CONTEÚDO: Trata-se de uma revisão integrativa em que a busca de artigos científicos foi realizada nas bases e bancos de dados: LILACS, BDENF, Scielo, Pubmed, Scopus e Web of Science. Utilizou-se os descritores enfermagem, dor, manuseio da dor e sinais vitais nos idiomas português, inglês e espanhol. Definiu-se como critérios de seleção o período de 1995 a 2017 e os três idiomas citados; e após a busca e a leitura dos artigos foram incluídos nove estudos. Com a leitura dos artigos foram elencadas duas categorias: 1) dificuldades enfrentadas pela enfermagem na aplicabilidade da dor como quinto sinal vital e 2) mecanismos/ações adotados para amenizar as dificuldades enfrentadas pela enfermagem na aplicabilidade da dor como quinto sinal vital.

CONCLUSÃO: Evidenciou-se que é necessário que os profissionais enfermeiros atentem para a importância de considerar/avaliar a dor como quinto sinal vital, visando um melhor atendimento que, consequentemente, influenciará na qualidade da assistência prestada, melhorando a saúde e a qualidade de vida do paciente.

Palavras-chave

Dor, Enfermagem, Manuseio da dor, Sinais vitais

References

Purser L, Warfield K, Richardson C. Making pain visible: an audit and review of documentation to improve the use of pain assessment by implementing pain as the fifth vital sign. Pain Manag Nurs. 2014;15(1):137-42.

Campbell JN. The fifth vital sign revisited. Pain. 2016;157(1):3-4.

Saça CS, Carmo FA, Arbuleia JP, Souza RC, Alves SA, Rosa BA. A dor como 5° sinal vital: atuação da equipe de enfermagem no hospital privado como gestão do Sistema único de Saúde (SUS). J Health Sci Inst. 2010;28(1):35-41.

Nogueira MF. Dor: identificando os métodos de avaliação e descrevendo o cuidado de enfermagem. Rev Enferm UFPE. 2012;6(1):1556-65.

Nascimento LA, Kreling MC. Avaliação da dor como quinto sinal: opinião de profissionais de enfermagem. Acta Paul Enferm. 2011;24(1):50-4.

Souza MT, Silva MD, Carvalho R. Revisão integrativa: o que é e como fazer. Einstein. 2010;8(1):102-6.

Fernandes DL. Representações sociais de adolescentes sobre o câncer de colo do útero. 2011.

Niekerk LM, Martin F. The impact of the nurse-physician relationship on barriers encountered by nurses during pain management. Pain Manag Nurs. 2003;4(1):3-10.

Vallerand AH, Templin T, Hasenau SM. Barriers to pain management by home care nurses. Home Health Nurse. 2004;22(12):831-40.

Pedroso RA, Celich KL. Dor: Quinto sinal vital, um desafio para o cuidar em Enfermagem. Rev Texto Contexto Enferm. 2006;15(2):270-6.

Blondal K, Halldorsdottir S. The challenge of caring for patients in pain: from the nurse's. J Clin Nurs. 2009;18(20):2897-906.

Bottega FH, Fontana RT. A dor como quinto sinal vital: Utilização da escala de avaliação por enfermeiros de um Hospital geral. Rev Texto Contexto Enferm. 2010;19(2):283-90.

Wang HL, Tsai YF. Nurses' knowledge and barriers regarding pain management in intensive care units. J Clin Nurs. 2010;19(21):3188-96.

Araujo LC, Romero B. Dor: Avaliação do 5º sinal vital. Uma reflexão teórica. Rev Dor. 2015;16(4):291-6.

Queiróz DT, Carvalho MA, Carvalho GD, Santos SR, Moreira AS, Silveira MF. Dor - 5º sinal vital: conhecimento de enfermeiros. Rev Enferm UFPE. 2015;9(4):7186-92.

Aston J, Shi E, Bullôt H, Galway R, Crisp J. Qualitative evaluation of regular morning meetings aimed at improving interdisciplinary communication and patient outcomes. Int J Nurs Pract. 2015;11(5):206-13.

Vaismoradi M, Salsali M, Esmaeilpour M, Cheraghi MA. Perspectives and experiences of Iranian nurses regarding nurse-physician communication: a content analysis study. Jpn J Nurs Sci. 2011;8(2):184-9.

Ellison D. Communication skills. Nurs Clin North Am. 2015;50(1):45-57.

O'Daniel M, Rosenstein AH. Professional Communication and Team Collaboration. Patient safety and quality: an evidence-based handbook for nurses. 2008.

Novaretti MC, Santos EV, Quitério LM, Gallotti-Daud RM. Sobrecarga de trabalho da enfermagem e incidentes e eventos adversos em pacientes internados em UTI. Rev Bras Enferm. 2014;67(5):692-9.

Van PB, Timmermans O, Weeks SM, Van HD, Wouters K, Franck E. Nursing unit teams' matter: impact of unit-level nurse practice environment, nurse work characteristics, and burnout on nurse reported job outcomes, and quality of care, and patient adverse events-a cross-sectional survey. Int J Nurs Stud. 2014;51(8):1123-34.

Andrade FA, Pereira LV, Sousa FA. Pain measurement in the elderly: a review. Rev Lat Am Enfermagem. 2006;14(2):271-6.

Rampanjato RM, Florence M, Patrick NC, Finucane BT. Factors influencing pain management by nurses in emergency departments in Central Africa. Emerg Med J. 2006;24(7):475-6.

Ribeiro NC, Barreto SC, Hora EC, Sousa RM. O enfermeiro no cuidado à vítima de trauma com dor: o quinto sinal vital. Rev Esc Enferm USP. 2011;45(1):146-52.

Pessini L. Humanização da dor e sofrimento humanos no contexto hospitalar. Rev Bioética. 2002;10(2):51-72.

Linhares MB, Fernanda NP. Dor em neonatos e crianças: avaliação e intervenções não farmacológicas. Temas Psicol. 2010;18(2):307-25.

Rigotti MA, Ferreira AM. Intervenções de enfermagem ao paciente com dor. Arq Ciênc Saúde. 2005;12(1):50-4.

Kazanowski MK, Laccetti MS. Dor: Fundamentos, abordagem clínica, tratamento. 2005.

Andrade KC, Aires RD, Kangussu LM. Atuação do enfermeiro na avaliação da dor e na administração de fármacos opióides: Uma revisão bibliográfica. Revista NBC. 2015;5(9):1-10.

Romanek FA, Avelar MC. Percepção dos docentes acerca do ensino da dor para graduandos em enfermagem. Rev Eletr Enf. 2013;15(2):463-70.

Bandboni M, Vaismoradi M, Salsali M, Snelgrove S. Iranian physicians' perspectives regarding nurse-physician professional communication: Implications for nurses. Res Theory Nurs Pract. 2017;31(3):202-18.

Bernardes A, Ramos BM, Betela-Junior J, Paiva PN. Supervisão do enfermeiro no atendimento pré-hospitalar móvel: visão dos auxiliares de enfermagem. Ciênc Cuid Saude. 2009;8(1):79-85.

Pagani R, Andrade LO. Preceptoria de Território, Novas práticas e saberes na Estratégia de Educação Permanente em Saúde da Família: o estudo do caso de Sobral, CE. Saúde Soc. 2012;21(1):94-106.


Submitted date:
07/10/2018

Accepted date:
12/13/2018

5f1f97420e8825a652dc6779 brjp Articles

BrJP

Share this page
Page Sections